domingo, 10 de abril de 2011

Tarso Genro é o cara


De acordo com uma pesquisa realizada pelo Ibope, 79% dos gaúchos disseram confiar no governador, contra 14% que disseram não confiar, após cem dias de Tarso Genro no comando do Estado. Tarso recebeu nota 6,9, de uma escala de zero a 10. Segundo a pesquisa encomendada pelo Grupo RBS, a expectativa de 78% dos entrevistados é de que o Rio Grande do Sul estará pelos próximos quatro anos melhor do que está hoje. Questionados se o Estado está indo no caminho certo, 80% dos entrevistados afirmaram que sim, enquanto 12% consideram que está no caminho errado. E, quando comparado ao governo anterior, de Yeda Crusius, 75% alegaram que a expectativa é de que a atual administração seja melhor, contra 17%, que acham que será igual.

3 comentários:

Angeline disse...

Fico - cá com meus botões - pensando o que representam esses números. Eleições recentes e vitoriosas p o governador... Em 100 dias, o que poderia mudar?

Rudá Ricci disse...

Não, Angeline. Compare com outros eleitos, como Dilma. A diferença é absurda. Ele já atingiu níveis próximos aos do Lula em final de mandato. É um fenômeno. Veja as ações que ele desenvolveu. É realmente impressionante.
Em fevereiro, Tarso anunciou o aumento de 11,6% no salário mínimo regional – o maior aumento desde que foi criado, em 2001. O mínimo de R$ 610 foi aprovado por unanimidade na Assembleia no dia 5.
Tarso instalou o Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social no Estado em 15 de março. Câmaras temáticas para discutir pedágios, a política de aumento do mínimo regional e melhorias na Educação são algumas das que já foram criadas.
Em dois episódios trágicos, Tarso demonstrou presteza e solidariedade com as vítimas. Em Santo Cristo, emocionou-se no sepultamento das duas dezenas de vítimas do acidente com ônibus na BR-282, em Santa Catarina. Em São Lourenço do Sul, acompanhou os estragos da enchente que devastou o município.
Contrariando a vontade da maioria dos integrantes do Ministério Público, que votaram majoritariamente pela opção de reconduzir Simone Mariano da Rocha ao cargo de procuradora-geral de Justiça, Tarso escolheu o segundo colocado na eleição interna do MP, o procurador Eduardo de Lima Veiga.
Um dos motivos alegados foi o comprometimento de Veiga com o combate à corrupção.
Depois de o Cpers ter se declarado inimigo da governadora Yeda Crusius, Tarso retomou negociações com o magistério. Durante o mês de março, negociou pontos de uma pauta de reivindicações e uma assembleia da categoria aprovou reajuste de 10,91%.
Após a divulgação de denúncias sobre fraudes em licitações para a compra de pardais, o governo anunciou a criação de força-tarefa para investigar o histórico de irregularidades e propor a reestruturação do Daer. Com isso, o Executivo conseguiu barrar a criação de uma CPI.

Ana Carolina disse...

Eu não gosto de dizer: viu, eu disse! acontece que...eu disse! Tarso é o cara!