quarta-feira, 25 de maio de 2011

A confusa caminhada de José Serra


Às vésperas da convenção nacional do PSDB, serristas já começam a jogar a toalha. Como se sabe, logo após a derrota do ano passado, José Serra deixou vazar que desejava presidir seu partido. Contudo, um abaixo-assinado contendo apoio de mais de 50 deputados, sustentou a permanência de Sérgio Guerra no topo da direção partidária. Como prêmio consolação, foi apresentado à Serra o cargo de presidente do Instituto Teotônio Vilela. Mas Serra rejeitou. Em seguida, Alckmin alijou serristas do comando do PSDB paulistano e encastelou seu aliado, Julio Semeghini no alto comando do PSDB da capital paulista. Os espaços se encurtaram.
Agora, Serra volta atrás e pede o Instituto Teotônio Vilela. Mas Inês é morta! Aécio já indicou o ex-senador Tasso Jereissatti para o posto. Serra pede, então, a secretaria geral do partido para seu aliado, Alberto Goldman. Mas Aécio já articulou a permanência no cargo para seu afilhado político, Rodrigo de Castro.
O que resta à Serra? Alguns afirmam que um lugar num tal conselho de notáveis do PSDB, conselho que nem existe até o momento. Outros, que restará se dirigir, como os outros 7 vereadores que deixaram o PSDB em abril, para o PSD de Kassab.

Um comentário:

senojr disse...

Fim de carreira para Serra? Ou será que ele conseguirá renascer das cinzas?Àpice e ocaso do serrismo? Ainda bem que tudo passa, até o motorista e o cobrador. Boa aposentadoria para ele.