quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

O dilema de Aécio, segundo Gaudêncio Torquato


Do Porandubas:
Aécio Neves tem uma dívida de reconhecimento a algumas pessoas, que considera amigas e prioritárias no PSDB. A primeira figura é a de Fernando Henrique. Preza ainda Tasso Jereissati. Mas conserva alguma aversão - não manifesta claramente - ao tucanato paulista, que considera fechado e pouco sensível à correnteza nacional. O recém eleito senador por Minas Gerais, não tivesse um apreciável acervo de amizade, estaria, hoje, confortável para criar uma nova sigla ou mesmo ser o artífice de uma grande fusão interpartidária. Comungam de sua mesa Eduardo Campos, Ciro e Cid Gomes, do PSB.

2 comentários:

Prodígios Lopes disse...

Sinceramente, nunca ouvi falar desse tal de Gaudêncio Torquato. Tenho a certeza de que mineiro ele não é, pelo menos desses que, ao menos uma vez por mês, passa pelo Café Nice. Do contrário ele saberia que O Aecinho Cunha, neto do grande senador mineiro Tristão da Cunha, não está com esta bola toda, mesmo com os Gomes do Ceará e com os Campos de Pernambuco.

Rudá Ricci disse...

Sinceramente? Acho que você precisa se informar melhor. Aécio articula uma boa frente política e pode envolver o PCdoB, muito descontente com jeitão Lula de governar. A política não é matemática, caro.