
Neste final de semana, Aécio Neves anunciou corte de 430 milhões de reais do orçamento mineiro. As secretarias de governo terão que cortar entre 10% e 20%, imediatamente. O ICMS caiu 750 milhões de outubro de 2008 até março deste ano. O custeio foi projetado para fechar no vermelho (-1%) neste ano. O governador afirma que Educação, Saúde e Defesa Social serão preservadas, assim como os investimentos já previstos. A conferir.
O fato é que Aécio vive um inferno astral. Deve ser candidato a Senador, mas se Serra vence as eleições presidenciais, será um zero à esquerda. Mais uma aposta: se Serra perder, ele será o maior ícone da oposição. O problema persiste: ele (e o PSDB) podem perder o governo estadual para a oposição (branda, no caso do PMDB e, talvez, pesada, no caso do PT). Marcio Lacerda, apadrinhado por Aécio, vem confirmando a expectativa: desapareceu. O grande mote de Lacerda é a adoção de instrumentos de gestão privada na Prefeitura de BH. Convenhamos que parece um discurso requentado no mundo da crise mundial, em que o keynesianismo emergiu das catacumbas.
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