
O alto escalão do governo Lula diferencia o que se pode denominar de campo popular democrático do país. Avalia que o movimento sindical, as organizações estudantis, os movimentos e organizações de luta pela terra (com exceção da CPT) e os movimentos feministas e negros estariam contemplados nas negociações com ministérios e secretarias nacionais temáticos. O problema estaria no relacionamento com ongs, o que envolveria Abong, Interedes, fóruns de direitos e algumas organizações confessionais.
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